sexta-feira, setembro 23, 2016

Africanidades: História Geral da África

ÁFRICA NAS ESCOLAS


O continente desconhecido deu origem e base a humanidade de sua diáspora a humanidade formou desde os primórdios e evoluiu.
Toda essa riqueza é invisível ao ocidente.
Um povo que não sabe sua raiz suas origens é um povo fantasma, desenraizado, sem alteridade e ciência de seu valor.
Essa coleção e seu derivados deve estar presente em todas a coleções do Brasil.
E merce destaque em nossas estantes.
Heberle Sales

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Durante 35 anos, a UNESCO reuniu mais de 350 especialistas em história do continente africano e produziu uma obra monumental, consolidada em oito volumes, chamada "História Geral da África".

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Quando fui Ministro da Educação, tomamos a iniciativa de traduzir toda a obra para a língua portuguesa. Em seguida, sintetizamos todos os volumes em dois livros, mais acessíveis para toda a comunidade acadêmica.
Agora, como Prefeito, transformamos aquele material riquíssimo em livro didático - o primeiro baseado naquela obra. Fico muito feliz em ver esse projeto concretizado. Ver um trabalho dessa envergadura fazer parte da formação básica dos estudantes da rede municipal.
Para quem tiver maior interesse, segue o link da obra completa: http://goo.gl/YYucGH



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O que você sabe sobre a África?


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Escolas municipais ganham material didático que propõe outra visão sobre a história e cultura do continente africano
Jussara Ferreira Paim, mestra em Psicologia da Educação e especialista em Psicopedagogia
A pergunta “O que você sabe sobre a África?” é o título de um novo material criado pela Prefeitura de São Paulo, que sintetiza em um único volume a coleção História Geral da África, da UNESCO, originalmente composta por oito publicações.
Jussara Ferreira Paim, mestra em Psicologia da Educação e especialista em Psicopedagogia, considera que essa iniciativa do governo Haddad é importante porque reconhece a necessidade de se reescrever o modo com a história da África é contada em âmbito escolar.
“Incorporar esse material aos livros didáticos significa resgatar a verdadeira história africana. As escolas agora têm agora a oportunidade de enriquecer as discussões diante de um repertório de iniciativa científica, que reconstrói um cenário verdadeiro e com todas as riquezas que o povo africano tem e pode compartilhar”, detalhou.
A obra que hoje é utilizada como base do material escolar foi traduzida para a língua portuguesa quando Fernando Haddad era ministro da Educação.
“Aprender no Ensino Fundamental e Médio que o continente africano era formado por nações organizadas socialmente e não somente um lugar onde se encontrava mão de obra escrava; aprender que os negros africanos de determinada região eram profundos conhecedores de técnicas de mineração e lidavam muito bem como metal e, por isso mesmo, eram preferidos pelos Europeus para mão de obra escrava; aprender sobre costumes e culturas do povo africano e não só sobre como eles eram transportados quando capturados; aprender que a ênfase dada até hoje a uma suposta supremacia branca e a uma suposta incapacidade negra não é só omissão da riqueza e da força do povo africano, mas também, e talvez principalmente, a legitimação de um racismo inculcado na história. Isso é fundamental e pode contribuir demasiadamente com a desconstrução do racismo desde as séries iniciais”, enfatizou Jussara.
Jussara ressalta ainda que a iniciativa cumpre a valiosa função de fortalecer a auto estima dos estudantes negros, considerando que fornecerá uma visão mais abrangente e realista sobre a história e a herança deixada pelos africanos no Brasil.
Haddad faz diferente porque tem coragem de enfrentar debates que precisam ser realizados em todos os segmentos da população. E não só em alguns.
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