segunda-feira, outubro 26, 2015

Biblioteca com estante livre chega a distritos do interior do Espírito Santo

Morador leva livro sem se cadastrar e devolve quando terminar de ler.
Projeto chegou a Burarama, Cachoeiro de Itapemirim.


O pequeno distrito de Burarama, localizado em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, foi escolhido para receber um projeto piloto cujo objetivo é fazer circular a literatura por lugares com difícil acesso aos livros. A  Praça José Gava vai acomodou a Biblioteca Estante Livre, onde os leitores têm acesso a diversas obras literárias sem precisar fazer qualquer tipo de cadastro. Segundo a organização, esse é o pontapé inicial de uma ação antenada com o que já vem acontecendo ao redor do mundo.
Segundo moradores, os livros são artigos de difícil acesso para a população da localidade de Burarama. Para eles, a escolha da praça central do lugarejo como palco da novidade não poderia ter sido melhor. “Quando veio esse projeto da biblioteca, nós vibramos com isso. Porque muita gente fica aqui na pracinha, e aí ela vai ficar mais gostosa. Ao mesmo tempo a pessoa está aprendendo, conversando, mostrando livro uma para a outra… Achei isso genial”, disse Maria Aparecida Gava.
Burarama vai ser o primeiro distrito a receber a biblioteca  (Foto: Reprodução/ Biblioteca Estante Livre)
Burarama vai ser o 1º distrito a receber a biblioteca
(Foto: Reprodução/ Biblioteca Estante Livre)
A Biblioteca
O acervo conta com livros infantis, juvenis,  técnicos e romances. Não há um  tempo determinado para que o leitor possa permanecer com a obra. Assim que terminar a leitura, deve retornar o livro à estante para que outras pessoas tenham a oportunidade lê-lo.
A Estante se integra ao ambiente local e é hermética, capaz de resistir às ações do tempo, como o vento e a chuva, o que garante que os livros estarão sempre protegidos. Ao longo do projeto, além do acervo de livros novos, os moradores da região poderão participar de oficinas culturais, ampliando o acesso à literatura.
Serviço
Biblioteca Estante Livre
Onde: Praça José Gava, Burarama, Cachoeiro de Itapemirim
O globo

Aldeia Tupinikim em Aracruz, ES, recebe biblioteca

A aldeia de Comboios vai receber o projeto Biblioteca Estante Livre.
Esta é a segunda aldeia de Aracruz a receber os livros.


Com o objetivo de fazer os livros circularem por lugares que não têm biblioteca, o projeto Biblioteca Estante Livre Instituto Sincades vai inaugurou,  a segunda estante em aldeias indígenas de Aracruz.
A aldeia vai receber uma estante com 300 livros. (Foto: Divulgação/Aldeia Comunicação)
A aldeia vai receber uma estante com 300 livros.
(Foto: Divulgação/Aldeia Comunicação)
A aldeia beneficiada será a Comboios, de origem Tupinikim, localizada no distrito de Riacho, a 38 km da sede de Aracruz. O lançamento do projeto será no dia 22 de outubro, mas as atividades e oficinas terão início no dia 20.
De acordo com dados da Prefeitura de Aracruz, existem atualmente nove tribos indígenas, sendo quatro Guaranis e cinco Tupinikins.

Estante Livre
O projeto Biblioteca Estante Livre Instituto Sincades visa disseminar a literatura e a cultura em pequenas comunidades de até cinco mil habitantes no interior do Espírito Santo.
As estantes são instaladas nas comunidades e permanecem abertas 24 horas por dia, sete dias por semana, e os leitores escolhem o livro e levam para casa sem qualquer tipo de cadastro ou intermediário, devolvendo-o assim que finalizar a leitura.
Ao todo, são disponibilizadas mais de 300 obras de diferentes gêneros literários em cada estante. No total, o projeto já viabilizou a implantação de dez estantes em comunidades do estado.
Serviço
Lançamento do projeto "Biblioteca Estante Livre Instituto Sincades", na aldeia Tupinikim Comboios

Data: 22 de outubro, quinta-feira
Horário: 8h
Local: Aldeia Tupinikim Comboios, localizada no Distrito do Riacho, a 38 km de distância da Sede de Aracruz.

Biblioteca Pública do Paraná tem programação para Semana do Livro

Atividades começam na sexta-feira (23) e seguem até quinta-feira (29).
Serão palestras, bate-papos com escritores e apresentações musicais.


A  Biblioteca Pública do Paraná realiza uma série de atividades em comemoração a Semana Nacional do Livro. Estão programadas apresentações musicais, bate-papos com escritores e exibição de filmes com audiodescrição.

Biblioteca Pública do Paraná tem eventos especiais até quinta-feira (29) (Foto: Divulgação/ SECS)
Biblioteca Pública do Paraná tem eventos especiais
até quinta-feira (29) (Foto: Divulgação/ SECS)

A entrada é gratuita, e a programação segue até quinta-feira (29).

Confira a programação completa.
A primeira autora a participar é Márcia D' Haese. Ela estará na Biblioteca às 15h de sexta-feira. Além de conversar com os jovens leitores sobre o processo de escrita, a escritora vai autografar o livro infantil Estevam e a Pipa.
Outro destaque da programação é o bate-papo com os autores Cristovão Tezza, Marcelo Sandmann e Cezar Tridapalli. Eles vão debater a atual cena literária da cidade, seus autores e principais características.
O projeto "Música na Biblioteca" terá duas edições na programação. No dia segunda-feira (26), às 18h, a cantora Rejane Vicente e o pianista Rafael Rodrigues apresentam repertório com clássicos da MPB.
Na quinta-feira (29), Igor Filus e Leandro Delmonico tocam, a partir das 18h30, canções da banda Charme Chulo, que os dois fundaram em 2003. O grupo lançou ano passado seu terceiro trabalho, o álbum duplo Crucificados pelo sistema bruto, que também está no repertório da apresentação, juntamente com canções dos álbuns anteriores.
Serviço
Semana Nacional do Livro e da Biblioteca
Local: Biblioteca Pública do Paraná- Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba — PR
Data: de 23 a 29 de outubro, das 8h30 às 20h. Sábado, das 8h30 às 13h
Telefone: (41) 3221-4917

Laine Valgas: comunidade da Frei Damião vai ganhar uma biblioteca no dia 24 de outubro

Projeto do papel vira realidade: é dia de inaugurar o tão sonhado espaço

Laine Valgas

Laine Valgas: comunidade da Frei Damião vai ganhar uma biblioteca neste dia 24 de outubro Mery Cristina Neves/Arquivo Pessoal

Professora Mery Cristina Neves, criadora do Projeto foto dela

A leitura engrandece a alma, abre caminhos e transforma realidades. É com esta certeza que a professora Mery Cristina Neves vem apostando, desde o começo do ano, na realização de um grande sonho, num trabalho totalmente voluntário: desenvolver uma  Biblioteca Comunitária, num dos bairros de maior risco social daGrande Florianópolis: o Frei Damião, em Palhoça.

E, neste sábado, dia 24, às 9h, o projeto do papel vira realidade: é dia de inaugurar o tão sonhado espaço, a Biblioteca "Aurea da Salete Garcez Neves", localizada no Cadi _ Centro de Assistência e Desenvolvimento Integral (Rua Afonso Pena, S/Nº).

— O Cadi recebeu com muito carinho nosso projeto. Eles cederam o espaço e compraram as estantes para os livros. Além disso, temos um acervo mais de 4,5 mil livros, só de doação — comemora a professora.

Prova que quando se tem um "por que", enfrenta-se qualquer "como".

Exposição itinerante sobre Anne Frank chega a Itapetininga

Visitantes tem até 30 de outubro para conferir exposição no Senac.
Mostra traz histórias sobre a adolescente que morreu na Segunda Guerra


Exposição mostra situações da vida de Anne Frank (Foto: Divulgação / Anne Frank House)


A cidade de Itapetininga (SP) recebe até 30 de outubro a exposição itinerante "Aprendendo com Anne Frank – histórias que ensinam valor". A exposição está em cartaz na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), das 8h às 22h30 nos dias de semana e das 8h às 14h aos sábados. A entrada é gratuita.
O evento é realizado pelo Senac do município em parceria com a Casa Anne Frank e com a Prefeitura de Amsterdã. O Senac fica na Rua Dom Joaquim, 495, no Centro.
A exposição, que retrata a história da adolescente judia que morreu durante a Segunda Guerra Mundial, apresenta fatos importantes da vida de Anne, as pessoas que a ajudaram e o apartamento onde se escondeu com a família na cidade de Amsterdã . A mostra conta ainda com vídeos e documentos históricos, que auxiliam na compreensão destes acontecimentos e o impacto dos mesmos na atualidade. O público poderá desfrutar também de uma aula digital, direcionada a jovens de 14 a 21 anos, baseada na vida da adolescente.
Segundo o Senac, "Aprendendo com Anne Frank - histórias que ensinam valores" é uma exposição que traz para o visitante um exercício de reflexão sobre os acontecimentos do Holocausto e alerta para a corresponsabilidade de cada indivíduo na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e pacífica.

Biblioteca oferece delivery de livros para moradores de Santa Rita, SP

Ideia foi criada para dar comodidade e incentivar a leitura dos moradores.
Acervo ganhou lugar para videoteca, sala de leitura com sofá e cafézinho.


Biblioteca oferece delivery de livros para moradores de Santa Rita (Foto: Wilson Aiello/EPTV)

Uma proposta inovadora capaz de mudar a vida de muitos moradores que apreciam uma boa leitura e não têm tempo para ir à biblioteca. Assim é o serviço do ‘Livro Delivery’. Em Santa Rita do Passa Quatro (SP), as publicações são pedidas pelo telefone e chegam às mãos do leitor sem custo algum.
A iniciativa partiu logo depois da mudança da Biblioteca Doutor Evandro Mesquita, que saiu do Centro e foi para o bairro Cinelândia, região mais afastada. Antigamente, eram feitos cerca de 400 empréstimos por dia, número que caiu para 30 no novo endereço.
Com o serviço delivery, as entregas são realizadas de bicicleta pelo adolescente Paulo Leonardo da Silva. Ele pega os papéis com os pedidos anotados e pedala até as residências com os livros. “Os lugares são longe, mas eu encaro tudo pelo esporte em si, além de eu estar levando o conhecimento para a casa deles”, disse o aprendiz.
O acervo da biblioteca, que conta com aproximadamente 30 mil dições, teve seu espaço transformado. Agora existe um lugar para a videoteca, cantinho especial com livros em braile e sala de leitura com direito a sofá e café.
Espaço reservado para lazer em biblioteca (Foto: Wilson Aiello/ EPTV)Espaço reservado para lazer em biblioteca
(Foto: Wilson Aiello/ EPTV)
Com essas mudanças, o interesse pela leitura cresceu 30%, de 2014 para 2015, e a expectativa é de que os números aumentem.

“O objetivo é esse, fazer da biblioteca um lugar atraente e aprazível, onde você venha não só para pegar um livro, mas onde tenha oportunidade de interagir com outros leitores, conversar, tomar um cafezinho, que a biblioteca esteja realmente similar à sua casa”, explicou a bibliotecária Cirene Pereira dos Santos.
Comodidade
Essa ideia tem agradado toda a população. O aposentado Sinésio Marçal Júnior, de 66 anos, estuda filosofia e, recebendo os livros em casa, ganha mais tempo para se dedicar à leitura, já que precisa trocar de livro muitas vezes.
“É uma beleza. Você pede, eles entregam na sua casa, quando você termina depois de 30 dias, eles vêm buscar e não cobram nada por isso. É como se pedisse uma pizza”, contou o aposentado.
Geladeiroteca localizada na Prefeitura da cidade (Foto: Wilson Aiello/ EPTV)Geladeiroteca localizada na Prefeitura da cidade
(Foto: Wilson Aiello/ EPTV)
Geladeiroteca
Fora da biblioteca, a criatividade ainda é mais estimulada. Em pontos estratégicos da cidade foram instaladas geladeiras velhas que abrigam livros.

Os eletrodomésticos que não são mais usados passam pelas mãos de artistas plásticos e os alimentos  congelados são substituídos por livros.

“É interessante para quem gosta de ler. Fica melhor até para as pessoas que moram longe da biblioteca e querem escolher um livro”, relatou o estudante Bruno Celidorio.
Com tanto incentivo para leitura, não há justificativa para ficar sem ler. “Tem muita gente que não lê justamente porque tem dificuldade de chegar ate uma biblioteca ou então comprar um livro que é caro. Então, com esse trabalho que não paga nada, eles têm tudo na mão e podem descobrir o que está escondido entre as linhas de um texto”, concluiu o aposentado Sinésio Marçal.

01/10/2015

Biblioteca abandonada há 4 anos vira depósito em Boa Esperança do Sul

Segundo moradores, antigo prédio da Biblioteca Municipal guarda alimentos.
Novo acervo com mais de 3 mil livros deve ser inaugurado em janeiro de 2016.


Antigo prédio de Biblioteca Municipal está abandonado há 4 anos (Foto: Rodrigo Sargaço / EPTV)
antigo prédio da biblioteca municipal abandonado a 4 anos


A falta de uma biblioteca municipal em Boa Esperança do Sul (SP) gera reclamação de moradores. O espaço reservado para os livros está fechado há 4 anos e virou um depósito de alimentos. Segundo a Secretaria da Educação, a inauguração de um novo acervo deve ocorrer no começo de 2016.

A população faz questão de manter o costume saudável da leitura, mas o grande problema é a limitação de livros. “O pouco que a gente tem é esse, se tivesse uma biblioteca, você iria lá ou levava as crianças, elas escolheriam os livros que queriam e trariam para lermos em casa”, contou a dona de casa Alessandra da Costa Furlan.
Em julho, mais de 3 mil livros foram levados para o prédio da Secretaria da Educação, mas o lugar não está aberto ao público. Apesar de conseguir salvar alguns volumes, cerca de 100 exemplares acabaram estragando.
Mesmo com a falta de livros, as crianças não perdem o amor pela leitura. Gabriel, de 7 anos, só tem um livro em casa e sabe os benefícios de um acervo. “Nós podemos ler e estudar”, disse o menino.
Livros foram levados para o prédio da Secretaria da Educação (Foto: Rodrigo Sargaço / EPTV)Livros foram levados para o prédio da Secretaria da
Educação (Foto: Rodrigo Sargaço / EPTV)
Nova biblioteca
A atual secretária de Educação, Daniela Furlan Barreto, assumiu a pasta há um ano e meio e só começou a trazer os livros para um novo prédio há três meses. Segundo ela, a culpa pela demora em reabrir o lugar é da gestão anterior.
“Quando nós assumimos em maio de 2014, nós ficamos sabendo deste espaço lá embaixo, que os livros estavam todos amontoados. A partir disso visamos um novo projeto, trazendo esses livros para cá e arrumando tudo direito, agora só falta a catalogação para abrir para a população”, explicou Daniela Barreto.
Com um novo espaço, a inauguração da biblioteca deve ser realizada em janeiro de 2016, porém, mesmo com o não funcionamento da biblioteca municipal, todas as unidades oferecem mini bibliotecas dispostas a suprir as necessidades dos alunos.

Sabedoria que não tem preço

Biblioteca de 9.000 títulos do crítico mineiro Sábato Magaldi é doada para a UFMG


ABRELUPA-G

Referência. Nascido em Belo Horizonte em 1927, Magaldi estudou em Paris e começou a trabalhar como crítico em 1950



Contando com cerca de 9.000 obras estrangeiras e nacionais sobre a história e a crítica do teatro, a biblioteca do crítico mineiro Sábato Magaldi será doada ao acervo da Universidade Federal de Minas Gerais. A informação é da esposa de Magaldi, Edla Van Steen, que vem a Belo Horizonte nesta quarta-feira lançar na Academia Mineira de Letras o livro “Amor ao Teatro”, em que ela compilou 783 das mais de 3.000 críticas publicadas pelo marido entre 1966 e 1988.
“Quero que todos que queiram estudar teatro possam consultar esse material que ele estudou durante a vida, sem precisar ir para a Europa”, ela justifica. Segundo Van Steen, o contrato para a doação foi assinado na última quinta, e o cronograma de quando a UFMG de transporte e catalogação dos livros ainda não foi definido, assim como quais unidades receberão o acervo.

PUBLICADO EM 12/10/15 - 

"O Segredo" propõe narcisismo espiritual

Acredite, você pode. Você cria a sua realidade. O seu pensamento é tão forte que pode fazer de você uma pessoa rica e próspera. Ou você pode escolher passar por esse mundo de forma anônima, insignificante. Você pode escolher ser rico ou pobre, bem-sucedido ou fracassado.
Essas afirmativas fazem parte do arsenal positivista de "O Segredo", uma nova onda que está se espalhando pelo mundo.


"O Segredo viajou através dos séculos para chegar até você. Durante séculos ele permaneceu guardado e restrito a um pequeno grupo de pessoas. Agora, pela primeira vez na história, esse fantástico conhecimento se torna acessível e você poderá conhecer o Segredo que mudou radicalmente a vida de personalidades como Platão, Einstein, Beethoven, Shakespeare e Newton. Neste filme surpreendente, filósofos, físicos quânticos, médicos, professores e escritores revelam e explicam o conteúdo do Segredo e como ele transformou a vida das pessoas que tiveram acesso a ele, em suas histórias de conquista de bens materiais, relacionamentos afetivos, na superação de problemas e até na cura de doenças".
Esse é o mote da campanha publicitária do filme e, agora, do livro "O Segredo", uma fórmula mágica de se alcançar tudo, mas tudo o que você deseja, mesmo! O livro já é um dos maiores fenômenos editoriais do mercado norte-americano.
Em dois meses vendeu 6 milhões de exemplares e lidera a lista do New York Times há várias semanas. A primeira tiragem do livro de 130 mil exemplares já se esgotou no Brasil.
O DVD é o mais vendido no amazon.com, um dos principais sites de comércio eletrônico do mundo, ultrapassando filmes como "Cassino Royale", "Borat", "Babel" e "Os Infiltrados".
A fórmula foi criada pela produtora de TV australiana Rhonda Byrne, mais conhecida por um programa chamado "Os Melhores Comerciais do Mundo".
"Há um ano, minha vida havia desmoronado. Eu estava exausta de tanto trabalhar, meu pai morreu subitamente e meus relacionamentos com meus colegas de trabalho e os amorosos eram turbulentos. Eu mal sabia, na época, que do meu maior desespero viria o maior presente. Eu tivera um vislumbre de um grande segredo através de um livro centenário que eu ganhara de minha filha Hayley. Comecei a investigar O Segredo ao longo da história. Incrédula, perguntei: "Por que nem todos sabem disso"" Um desejo ardente de partilhá-lo com o mundo me consumia, e comecei a procurar pessoas ainda vivas que o conhecessem", justifica Byrne.
AGENDA ""O Segredo", de Rhonda Byrne. Ediouro. 200 págs. R$ 39,90.
Pensamento egocêntrico
Imagine se todas as pessoas do mundo desejassem, ao mesmo tempo, uma BMW" A força de seus pensamentos é tão forte, positiva e obstinada que elas conseguiriam materializar em suas vidas o objeto de seus desejos. Um mundo com 6,6 bilhões de BMWs circulando pelas ruas.
Um mundo insustentável em todos os sentidos. Os recursos energéticos necessários para uma produção automobilística dessa natureza, por si só, já detonariam com os recursos naturais do planeta Terra. Utopia, histeria coletiva"
"Trata-se de uma visão mágica da vida, pré-racional, ou seja, semelhante àquela vivenciada pelos bebês quando ainda não conseguem distinguir entre a si mesmos e o mundo, isto é, são unos. É a mesma coisa", explica o psiquiatra e nutrólogo Frederico Porto que usa a obra do filósofo e psicólogo transpessoal Ken Wilber para respaldar a sua leitura do filme "O Segredo", que, no mínimo, está evocando reminiscências sobre o poder do pensamento positivo proposto por Norman Vincent Peale, em 1952, em seu livro homônimo e mais longe ainda, pelos provérbios bíblicos como o 23:7 "Como o homem pensa consigo mesmo, assim é".
O filme, segundo Porto, é uma abordagem totalmente egocêntrica da vida. "No filme, as pessoas ouvidas mudaram as suas vidas através da repetição e visualização do seu desejo. Um desejo material, egocêntrico e que não contempla o mundo ou seus semelhantes. Ninguém pede o entendimento entres os povos. Todos querem bens materiais e acreditam que o seu desejo vai se realizar com o simples poder do pensamento positivo. É a mesma coisa que você acreditar que carregar um pé de coelho vai te dar sorte, que um dente de onça vai de te dar força. O mágico é achar que o objeto personifica e não representa", ensina o psiquiatra.
Porto explica que existem dois extremos: a pessoa que acredita que tudo o que não é racional é pré-racional e tudo que não é racional é transracional ou transpessoal.
"Quanto mais evoluída a pessoa, mais ela se identifica com o universo como um todo. Quanto menos evoluída, mais egocêntrica. Em `O Segredo", as pessoas estão preocupadas apenas com elas mesmas. É um pensamento narcísico, pré-racional, que não enfoca o outro. O ego sobrepuja o transcendental. Poderíamos dizer que está ocorrendo uma hipertrofia coletiva do ego", avalia.
O psiquiatra discorre sobre a tendência coletiva de se buscar milagres, soluções imediatistas para solucionar problemas.
"O mal do mundo moderno é que as pessoas só acreditam naquilo que podem palpar. Se esquecem de olhar para dentro de si mesmas. Falta a elas inserir em suas rotinas diárias um pouco de contemplação que traz a paz e o reconhecimento de suas ânsias mais autênticas".
O caminho normal de evolução da consciência seria, segundo Porto, do nível préracional mágico, passando pelo racional e chegando ao nível transracional ou integral.
O que está ocorrendo é que um grande número de pessoas está fixado no nível mágico. `O Segredo" é a prova disso. Pessoas que acreditam no mágico, pontua. Mas por que está acontecendo esse fenômeno em pleno século XXI, na era da globalização"
"Um dos motivos seria as religiões que não evoluíram e é nelas que estão os principais mitos. O mundo moderno não tem mais magia. Não há nenhum mito novo. As partes místicas e mágicas das religiões infantilizam em vez de levar o homem à evolução. Deus é uma experiência pessoal, mas as pessoas se esquecem disso e o estão buscando fora delas, de forma equivocada", provoca Porto.
Mas o que justifica essa febre coletiva" "Está ocorrendo uma simplificação do mundo. É mais fácil acreditar no mágico, regredir para o préracional do que encarar a realidade. Quando você foge da realidade, está reprimindo aspectos da sua realidade que você não gosta. Tudo que você reprime se transforma em parte de sua sombra", alerta o psiquiatra.
Porto considera que a busca por um sentido maior é uma necessidade humana, "uma força evolutiva e que sempre caminha para maior complexidade e assim para uma inclusão de um maior número de seres vivos. Mas para que isso aconteça de maneira equilibrada temos de, ao mesmo tempo, integrar e transcender o ego. Somente quem já é capaz de fazer essa integração é capaz de transcender. Daí a importância de se trabalhar a sombra para que não passemos a identificar o divino no ego".
Técnica indiana ensina a realizar projetos
Os indianos não propõem milagres e tampouco são apegados ao mundo da matéria, como estimula o filme "O Segredo". Mas dentro de sua cultura existe uma prática que ajuda a pessoa a conseguir realizar os seus projetos, o sankalpa, palavra sânscrita que significa resolução interior.
Segundo a instrutora de asthanga ioga Tânia Álvares, "sankalpa é uma frase curta, concisa, clara e altamente evocativa e tem o objetivo de potencializar algum aspecto positivo da personalidade no nível subconsciente. Ele fortalece a estrutura da mente e desperta as forças latentes que facilitarão a realização dos nossos objetivos".
Mas a instrutora faz uma ressalva: Embora o sankalpa se faça mentalmente, ele começa no coração. O desejo deve sempre se conjugar no presente.
Se você pensar no futuro, nunca vai conseguir realizar seu sankalpa porque a mente subconsciente só entende o presente. O sankalpa pode trabalhar nos níveis físico, vital, emocional ou mental, dependendo da sua necessidade, ensina Tânia.
DEPOIMENTO CARLA DIAS DE SOUZA/ ENGENHEIRA CIVIL
Na verdade, de alguma maneira, eu já fazia uso de atitudes relacionadas no filme "O Segredo", mesmo sem ter certeza de que poderiam funcionar. Sempre agradeço por tudo o que tenho e passei a agradecer mesmo antes de receber.
Quando tive contato com o filme, pude perceber que muito do que eu já possuía tinha origem nas minhas atitudes. Acredito que se eu quero muito alguma coisa, eu posso conseguir, e mais, que sou merecedora. O que mudou foi que comecei a colocar no papel, escrever e ler diariamente minhas anotações.
Acredito que, agindo dessa forma, coloco energia diária sobre as coisas que quero atrair pra mim. Outra coisa interessante é que parei de reclamar, fazia muito isso, hoje só falo do que quero. Tudo começou a acontecer na minha vida, com maior agilidade. Utilizo a lei da atração o tempo todo e tenho colhido os frutos que desejo.

ANA ELIZABETH DINIZ/ ESPECIAL PARA O TEMPO

Ler ajuda na evolução pessoal Para detentos que fazem parte do programa, livros apresentam mundo de conhecimento

12

Educação. Com 35 anos de pena, Vinícios Athanazio diz que leitura de livros de filosofia o ajudou a aprimorar o seu vocabulário

12


PUBLICADO EM 26/10/15 - 04h00
“Sou muito realista sobre a minha situação. Mas você está onde sua mente está, e os livros me levam para a liberdade. O ‘Tuareg’, do espanhol Alberto Vázquez Figueroa, me levou para os desertos da África”, reflete José Antônio Junio Silva, 32. Preso há dez anos, com sentença de 39 e passagem pela Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, ele hoje cumpre pena na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Nova Lima, também na região metropolitana, e cursa o terceiro período de administração da Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais (Fead), graças a uma parceria com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds).

Silva já abateu 80 dias de sua sentença lendo e resenhando obras como “Crime e Castigo”, de Fiódor Dostoiévski, “O Monge e o Executivo”, de James Hunter, e o seu preferido: “Os Miseráveis”, de Victor Hugo. “Que livro lindo, não é?”, observa.

Estimulado pela possibilidade de antecipar a liberdade, o detento conta que a remição da pena pelos livros o modificou em tudo, inclusive ajudando a conhecer seu espaço no mundo. “Essa prática é propícia para matar o criminoso que existia dentro de mim e me levar a descobrir novas possibilidades”, afirma de modo convicto e eloquente.

Os resumos que faz são corrigidos por uma professora voluntária, com quem debate o conteúdo. Ortografia, concordância ou pontuação: nada passa despercebido. Depois, as resenhas são reescritas e entregues ao fórum para que seja computada a redução. “Com certeza sairei daqui melhor do que entrei”, assegura ele, que está próximo a conquistar o regime semiaberto.

Diretor artístico do Conselho de Sinceridade e Solidariedade da unidade prisional em Nova Lima, Vinícios Athanazio, 33, tem 35 anos de pena a cumprir: 12.775 dias. Até agora, já abateu 64 dias por meio da leitura e espera, ainda, ter outros 1.636 dias a menos na prisão lendo e resenhando. “Esse volume de leitura me ajudou a limpar e aprimorar o meu vocabulário, que era restrito à linguagem de rua. Conheci o filósofo alemão Arthur Schopenhauer e a busca pela felicidade”, diz com a voz baixa e segura.

Com pena menor – 12 anos a cumprir –, mas também empenhado na leitura, Alan Nataniel Bitencourt, 24, é responsável pela biblioteca da Apac Nova Lima, que tem cerca de 1.500 volumes. Ele já leu e resenhou “Nunca Desista de Seus Sonhos”, de Augusto Cury, e “Perseguição”, de Alexandre Martinelli. “Não me identifico com crônicas, gosto mesmo é de histórias políticas”, diz. Ele explica que, além da remição de pena, a leitura ajuda aqueles que querem fazer o Enem prisional. “A redação, assim como as resenhas que fazemos, exige que saibamos argumentar e mostrar conhecimento próprio sobre temas da atualidade”.

A diretora da Apac Nova Lima, Sônia Tibo, afirma que não há proibição sobre o que ler, mas temas mais leves são sugeridos. “Temos uma orientação para assuntos e textos que valorizem a família, por exemplo. Violência e pornografia não constam em nossa biblioteca”, diz a diretora.

Leitura pode ser até terapia
Para o presidente da Academia Mineira de Letras, Olavo Celso Romano, em um mundo em que se vive confinado, a leitura e a escrita podem ser oportunidade de comunicação com o exterior. “Pode funcionar até como uma terapia, por levar à reflexão a partir de uma angústia”, diz

Em setembro, ele participou de um concurso literário na penitenciária de Conselheiro Lafaiete, que abriga 200 detentos. Segundo ele, 35% dos internos enviaram textos. “Aquele que tem disposição de ler mostra que, apesar de preso, não está mentalmente confinado”.

Para ele, a adesão à leitura significa que o detento tem esperança na possibilidade de construir um mundo novo de dentro para fora. “O ato de ler pode ser um farol, um guia para o peso do cárcere”, resume.


Enem prisional dá oportunidade

Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para pessoas privadas de liberdade e jovens sob medida socioeducativa, chamado de “Enem Pessoas Privadas de Liberdade (PPL)”, em dezembro de 2014, houve 38,1 mil candidatos no país, 6.099 deles em Minas, o segundo Estado com mais inscritos, atrás apenas de São Paulo. Foram aplicadas a redação e as provas de matemática, linguagens e códigos, em 27 unidades prisionais.

De acordo com o Observatório da Educação, uma das poucas diferenças entre as duas avaliações é a data. Enquanto o Enem tradicional foi realizado ontem e anteontem, o PPL – ou Enem prisional – será em 1 e 2 de dezembro.

Os candidatos são tratados com a mesma exigência. As avaliações são aplicadas em ambiente semelhante a uma escola, na própria unidade onde o detento cumpre pena, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Devido à diferença de datas, mudam-se as questões e o tema da redação. A estrutura e o nível de dificuldade das provas são mantidos. O tempo necessário para fazer a prova é o mesmo: 4h30 no primeiro dia e 5h30 no segundo.

Objetivos

Os detentos podem usar a nota para comprovar a conclusão do ensino médio ou tentar vaga em instituição superior que atenda presos.

A forma de cálculo da avaliação é a mesma, a partir da Teoria de Resposta ao Item (TRI), cuja soma final não é a quantidade de acertos, mas a qualidade das respostas. 

fonte : o tempo


Biblioterapia : o poder da leitura na evolução pessoal da pessoa humana

Detentos reduzem tempo na cadeia com leitura de livros 

Por cada volume lido, os presos ganham o direito de abater, a cada mês, quatro dias na pena



APAC


Em vigor há mais de dois anos, a Recomendação 44/2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem uma proposta simples: fazer o preso ler mais para ficar menos tempo na cadeia. Porém, apenas três presídios de Minas Gerais adotaram essa forma de estimular detentos a cumprir pena mais rapidamente: Itabira, Poços de Caldas e Governador Valadares, o que significa 2,1% das unidades prisionais do Estado. Além deles, a Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Nova Lima segue a recomendação, segundo a qual, a cada livro lido, resenhado e avaliado por uma comissão, o preso tem direito de abater quatro dias no cumprimento da sentença.
Na opinião do desembargador Jarbas Ladeira, coordenador do programa Novos Rumos, que monitora e fiscaliza o sistema carcerário no Estado, diante do atual cenário de presídios lotados e interditados, são necessários métodos que vão além da prisão de pessoas. Para ele, obras que variam da filosofia aos temas religiosos podem ser ferramentas para desafogar o sistema prisional e contribuir para a reinserção de um homem melhorado na sociedade. “A opinião pública quer que se encarcere mais e mais. Mas não temos onde colocar tanta gente. Se pudermos dar ao preso leitura e educação em vez do ócio, teremos as bases para reduzir até os índices de reincidência, que chegam a 85%”, avaliou.
A avaliação de Ladeira está em sintonia com últimos dados revelados pelo relatório “Mapa do Encarceramento: Os Jovens do Brasil”, divulgado em junho deste ano pela Secretaria Geral da Presidência da República, que mostra o crescimento de 624% da população carcerária no Estado entre 2005 e 2012.
Adoção. Segundo o CNJ, por se tratar de uma recomendação, não há a obrigatoriedade de implantação da medida pelos presídios. Entretanto, para o juiz Thiago Colgano Cabral, responsável pela adoção da recomendação, em maio deste ano, na Penitenciária Francisco Floriano de Paula, em Governador Valadares, a iniciativa pode ajudar a mudar o que ele chamou de funil: um imenso movimento de entrada de detentos nas penitenciárias, mas mínimo de saída. “O Judiciário não tem gestão de política pública. A remição pelos livros é forma de reconhecer o direito do preso sem significar afrouxamento indevido”.
Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social, não há limitação material para a adoção da recomendação, uma vez que a maioria das unidades prisionais já teria bibliotecas estruturadas. A pasta informou, ainda, que a minuta de resolução para implementar e regulamentar a remição de pena por meio da leitura já havia sido elaborada e encaminhada ao Tribunal de Justiça de Minas para análise e assinatura conjuntas.
Alcance
Redução. Apesar de Minas Gerais ter uma população carcerária de 45.540 pessoas nos regimes fechado e semi-aberto, apenas 671 presos se beneficiam da remição da pena pela leitura.


Academia de Letras apoia iniciativa 
Na Penitenciária Francisco Floriano de Paula, em Governador Valadares, na região do Rio Doce, 553 presos se beneficiam da remissão de pena por meio da leitura de obras literárias. Para cumprir a medida, foi firmada uma parceria com a Academia Valadarense de Letras (AVL), que colabora para o desenvolvimento do projeto. Mensalmente, os detentos recebem palestras realizadas pela equipe da AVL sobre práticas de leitura. A análise e a correção das avaliações escritas pelos presos são feitas por comissão composta por escritores, advogados, educadores e bibliotecários, membros da AVL. Por lá, o projeto está em prática desde maio desse ano.

No presídio de Itabira, o projeto está em andamento desde janeiro deste ano e atende 15 detentos.
Em Poços de Caldas, onde a biblioteca conta com mais de 400 exemplares, 23 presos produzem mensalmente as resenhas das obras que leem. 

Um exemplo do que pensa  sobre esse sistema


César

Pereira
O desembargador vem com a velha historia que não há mais lugar para colocar presos, e depois solta essa ideia esdruxula de abater quatro dias na pena de um preso, por cada livro lido ! Como sempre esses doutores e suas ideias para facilitar a vida do preso em detrimento da vítima ! Os EUA tem se não me engano o dobro da população carceraria do Brasil, porque aqui então não há lugar para presos,isso é para enganar o cidadão ! A VIOLÊNCIA NO PAÍS É TAMANHA,OU SEJA ESSE NÃO É O MOMENTO DE PENAS ALTERNATIVAS, O MOMENTO É DE REPRIMIR,dar penas mais severas e menos direitos ao infrator ! Só assim a coisa se resolvera !

sábado, fevereiro 04, 2012

ler na minha ágora




Se você é dessas pessoas normais que além dos livros eleitos a repousar na estante e na mesa-de-cabeceira, têm vários outros escondidos em caixas ou no fundo do ármario e não sabe o que fazer com eles, eu vou ensinar. Mas antes quero deixar claro que não estou aqui para tirar a função real do livro, longe disso! Sou prova viva de que os livros ajudam a pensar e a sonhar, e usá-los na decoração é a melhor forma de mantê-los por perto, deixando a casa com um toque mais divertido.

Eles podem ser colocados em diferente posições, misturados, ordenados por cores e tamanhos, usados como apoio para vasos, sobre as mesas, no chão ou até mesmo em suportes flutuantes. Os livros podem ser empilhados, de forma decrescente, com cores iguais, em degradê ou, porque não, misturados e empilhados com cores, tamanhos e posições diferentes. Você pode posicioná-los debaixo de móveis com pernas altas, na mesa do hall de entrada, embaixo de aparadores laterais ou apenas completar a decoração sobre a mesinha de centro.

Mas essa atividade pode ser ainda mais compensatória e estimulante se os móveis forem completamente esquecidos. Se criar pilhas de livros mais ou menos iguais, elas podem substituir a mesinha de centro, de canto, como quadros, como esculturas e até compor design de outras peças. Mas lembre-se que os melhores exemplares para este tipo de decoração são os mais resistentes e volumosos. E agora que já provei que os livros ampliam nossos conhecimentos e desenvolvem prazerosamente nossos potenciais criativos, confira e inspire-se nas fotos com ideias de como estimular a leitura em sua casa!
João Armentano