terça-feira, março 01, 2016

“A democracia e a economia social de mercado estão em retrocesso em todo o planeta”

 Democracia retrocede e influência da religião na política aumenta, diz estudo
Um estudo da Fundação Bertelsmann, com sede em Gütersloh, Alemanha, constatou um retrocesso da democracia e da economia social de mercado em todo o mundo e um aumento da influência da religião sobre as instituições políticas e jurídicas.
“A democracia e a economia social de mercado encontram-se em retrocesso em todo o planeta”, diz um comunicado de imprensa da fundação, no qual se resumem as conclusões do estudo.
(...) O presidente da Fundação Bertelsmann, Aart De Geus, manifestou especial preocupação com a situação nos países vizinhos da União Europeia.
“Os países vizinhos da Europa tornaram-se mais conflituosos, menos estáveis e mais autoritários. O que preocupa é, principalmente, a crescente incapacidade para o debate social e político”, observou.
Essa situação, segundo o estudo, ajuda ao crescimento do populismo que, em muito países, já encontra terreno fértil na pobreza, desigualdade e na falta de perspectivas econômicas para boa parte da população.
O documento lamenta que os anos de prosperidade econômica mundial não tenham sido aproveitados para investir em educação e saúde e na luta contra a desigualdade social.
O estudo destaca ainda que a influência da religião na política aumentou em 53 países nos últimos dez anos e recuou em apenas 12.


Juros negativos desafiam a lógica do sistema financeiro


Investidores preocupados com os impactos negativos do dinheiro superbarato sobre bancos e mercados globais podem precisar se preparar para juros abaixo de zero em economias ao redor do mundo. O alerta foi dado por economistas do JP Morgan frente à reviravolta que marcou o mercado internacional nos primeiros dias de 2016. Nova turbulência na China, a queda do preço do petróleo para menos de US$ 30 e a apreciação de diversas moedas frente ao dólar mexeram com as bolsas e renovaram temores sobre o crescimento global.
A resposta das autoridades foi numa direção que parecia ter ficado para trás, com políticas monetárias cada vez mais expansionistas, o que levou o planeta a uma situação pouco usual de ter vários países ricos praticando juros negativos em muitos de seus títulos de dívida pública. Ou seja, o investidor que emprestar dinheiro a esses governos receberá no futuro menos do que aplicou. Este ano, pela primeira vez na História, um título de longo prazo de um país do G-7 ofereceu rentabilidade negativa: os bônus de 10 anos do governo japonês foram negociados por -0,035%.
Os juros negativos se tornaram uma possibilidade "colocada à mesa" para os Estados Unidos, segundo Janet Yellen, presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano). Trata-se de uma medida heterodoxa (alguns consideram desesperada) e sem nenhuma garantia de que vai dar certo. Foi usada no passado, com certo sucesso, para defender as moedas de países como Suíça, Suécia e Dinamarca de uma valorização indesejada.
Dos Estados Unidos à Austrália, passando pelo Canadá, os países ricos que ainda têm juros no terreno positivo estão recorrendo a novos estímulos monetários ou adiando a elevação de suas taxas. "Há uma nova onda expansionista. Quando o Federal Reserve aumentou os juros, parecia o início da reversão da era do dinheiro barato no mundo, mas parece que essa era pode ter sobrevida", afirma o economista da Tendências Consultoria Silvio Campos Neto, responsável por acompanhar a economia internacional.
A situação levou o mundo financeiro ao território do desconhecido. As implicações práticas vão desde o redesenho de planilhas e alteração nos contratos jurídicos até ajustes nos computadores, que foram comparados ao período conhecido como do bug do milênio. À época, temia-se uma pane nos computadores na virada para o ano 2000 - que acabou não se confirmando. Os bancos relutam em repassar aos clientes o custo que têm quando deixam o dinheiro que não foi emprestado depositado no Banco Central - o juro negativo incide na transação entre as instituições financeiras e a autoridade monetária.

A orientação é manter remuneração zero para contas-correntes e de poupança, mas adotar tarifas de serviço que compensem esse custo adicional. Os piores efeitos colaterais conhecidos, até o momento, são a sobrevalorização dos imóveis em Estocolmo e em Copenhague.

Excesso de capacidade industrial da China é perigo para economia mundial

Em dois anos, a China produziu mais cimento do que os Estados Unidos em todo o século XX."
Os grandes excessos de capacidade de produção industrial na China, especialmente na siderurgia, continuam crescendo diante da demanda fraca, freando o crescimento do país e desestabilizando a economia mundial, advertiu nesta segunda-feira a Câmara de comércio da UE em Pequim.
Do aço ao cimento, várias empresas estatais na indústria pesada sofrem essas capacidades ociosas depois de ter multiplicado os investimentos - muitas vezes a crédito -, apesar da demanda frágil, em particular no mercado imobiliário chinês.
"O excesso de capacidade é há tempos uma praga para a indústria chinesa, mas a situação piorou com profundas repercussões na economia mundial e sobre o próprio crescimento da China", informou a Câmara em seu relatório divulgado nesta segunda-feira.
Para se ter ideia da magnitude do problema, aponta-se que as siderúrgicas chinesas têm uma produção maior do que a dos quatro principais países produtores juntos (Japão, Índia, Estados Unidos e Rússia), mas a metade delas são deficitárias.
Em dois anos, a China produziu mais cimento do que os Estados Unidos em todo o século XX.
O grande plano de reativação adotado em 2008-2009 pelo governo chinês para lutar contra a crise econômica trouxe muito dinheiro para as empresas, convidadas a investir maciçamente, sem que a demanda seguisse o mesmo ritmo.
Em seis dos oito setores estudados pela Câmara (aço, alumínio, cimento, refinarias, vidro, papel) o índice de utilização das fábricas é até mais baixo do que era em 2008, em plena crise.
É certo que Pequim, que pretende se lançar em uma transição econômica em favor dos serviços, se esforça em reduzir essas capacidades excessivas: endurece as normas, estimula as fusões e reestruturações de empresas e quer cortar empréstimos e subsídios a sociedades "zumbis" não rentáveis.
"Mas o poder central encontra uma forte resistência por parte dos governos locais (províncias e municípios), preocupados com as consequências no emprego dessas medidas", afirma Joerg Wuttke, presidente da Câmara.
"Essas indústrias estão desconectadas das leis do mercado e se baseiam na ajuda das administrações locais, mediante investimentos ou facilidades para obter créditos", destaca Wuttke.
-----------------------
Tentação protecionista
"O impacto no exterior já começa a ser sentido", adverte Wuttke.
As empresas europeias que fornecem material industrial à China veem como esse mercado se enfraquece. A situação se agrava com a desaceleração da segunda economia mundial, que reduz a demanda.
A China tenta alocar seus excedentes de produção no mundo todo, com o risco de desestabilizar os mercados.
A invasão de aço chinês a preços imbatíveis por qualquer concorrente alimenta também a queda das cotações, e estimula tanto os Estados Unidos como a União Europeia (UE) a erguer barreiras aduaneiras para proteger-se.
As siderúrgicas europeias e americanas têm sofrido: o gigante do setor ArcelorMittal teve em 2015 a enorme perda de 7,9 bilhões de dólares.
Angustiados, diretores e funcionários do setor se manifestaram recentemente em Bruxelas para protestar contra a concorrência chinesa e pedir à UE que endureça suas medidas antidumping.
Os novos "caminhos da seda" que a China quer abrir ao custo de pesados investimentos na Ásia central não vão resolver nem melhorar o problema.
"As contas não fecham", adverte Wuttke. "As necessidades desses países do centro da Ásia são muito pequenas para absorver uma porcentagem significativa dos excessos de capacidade da produção chinesa".

HOJE DIA DO FUTURO - FUTURISTAS CELEBRAM PELO MUNDO EM CONVERSAS HANGOUT 24 HORAS




Já começou na Nova Zelândia, a conversas estão acontecendo em todo o mundo com quem entra e sai da conversa quando quiser. 
Hoje, 01 de março, cinco organizações internacionais futuristas irá realizar um 24 horas de conversação on-line global sobre o futuro do mundo potenciais, desafios e oportunidades.
O objectivo é apoiar a humanidade no pensamento sobre um futuro mais positivo.
As cinco organizações (O Projeto Millennium, a APF Associação de futuristas profissionais; "Ciência, Tecnologia e Futuro"; a WFS World Future Society; e a WFSF Federação Mundial de Estudos do Futuro) irão fornecer facilitadores para cada um dos 24 fusos horários à medida da sua disponibilidade. Todos os que estiverem relacionados com temas do futuro ou que trabalham com futurismo e atividades afins, estão convidados para entrar no hangout do Google .

Todos os que estiverem relacionados com temas do futuro ou que trabalham com futurismo e atividades afins, estão convidados para entrar no hangout do Google aqui  https://hangouts.google.com/hangouts/_/c4ih3nrpf5csfdkds35sfgembya 

Economia do conhecimento ? by Dave Snowden

Economia do conhecimento
Trazemos aqui interessante artigo de Dave Snowden, uma das referências em gestão do conhecimento. Alguns destaque do texto:
"Tornar as informações livres e disponíveis é um fator crítico hoje para um estado ou uma cidade. Os dados abertos permitem um rápido crescimento de serviços utilizando as informações e geralmente é uma coisa boa";
"Nenhum país (ou empresa) teve sucesso copiando uma história de sucesso anterior. Eles aprendem com elas, mas devem criar algo único em seguida, adaptada ao seu contexto. Não há receitas aqui e expressões como "melhores práticas" ou "benchmarking" deveriam ser abolidas".
"Em um sistema complexo só conseguimos ter escala através da decomposição e recombinação contínuas, e não por imitação ou agregação. Eu escrevi uma série de posts sobre esta questão da escala, mas precisamos estudar muito este assunto pois esta é uma das questões-chave na criação de uma economia do conhecimento".
"Ambos, neo-liberalismo (caos) e planejamento estatal (ordem), falharam. Precisamos de uma nova forma de pensar para lidar com a complexidade e com o aumento da pressão sobre os recursos naturais".


Coordenador do CRIE (Centro de Referência em Inteligência Empresarial)
Professor da COPPE/UFRJ
Membro do The New Club of Paris
Traduzo aqui um interessante artigo de Dave Snowden, uma das referências em gestão do conhecimento (clique aqui para ver o artigo original). A tradução é livre e agradeço quem quiser melhorá-la.


"Eu prometi resumir a minha contribuição para o evento "Kuwait na economia do conhecimento". O assunto tem sido contornado ao um longo tempo, mas é de suma importância para países produtores de petróleo como o Kuwait. A queda dos preços do petróleo e o risco de, no longo prazo, os combustíveis de carbono perderem importância significa que há uma necessidade de diversificar. Como vários oradores assinalaram o petróleo não é uma maldição, ele deveria ser uma vantagem. Uma pessoa fez referências a Singapura, que não tem petróleo nem nenhum outro recurso natural. O argumento era de que essa ausência forçou o país a ter um foco e energias diferentes. Não esstou certo sobre isso. Singapura é um porto natural e eles foram capazes de tornar-se um centro para o comércio que foi além da mera localização física. Mostraram ser um local seguro para se fazer comércio na região. 
Então deixe-me resumir o que eu disse como uma série de pontos de destaque:
  1. A maioria das pessoas no evento estavam falando de uma economia da informação e não de uma economia do conhecimento; mais restrito ainda, eles falaram sobre informações digitais.
  2. Tornar as informações livres e disponíveis é um fator crítico hoje para um estado ou uma cidade. Os dados abertos permitem um rápido crescimento de serviços utilizando as informações e geralmente é uma coisa boa;
  3. Nenhum país (ou empresa) teve sucesso copiando uma história de sucesso anterior. Eles aprendem com elas, mas devem criar algo único em seguida, adaptada ao seu contexto. Não há receitas aqui e expressões como "melhores práticas" deveriam ser abolidas. A oportunidade, durante um período de mudanças como o que vivemos, é ser o pequeno que estabiliza uma nova situação e, assim, consegue encontrar o sucesso de maneiras inesperadas. Eu escrevi anteriormente sobre a teoria do predador dominante (onde ele fala das dificuldades crescentes das grandes corporações de lidar com este ambiente de grandes mudanças).
  4. Em um sistema complexo só conseguimos ter escala através da decomposição e recombinação contínuas, e não por imitação ou agregação. Eu escrevi uma série de posts sobre esta questão da escala, mas precisamos estudar muito este assunto pois esta é uma das questões-chave na criação de uma economia do conhecimento.
  5. Ambos, neo-liberalismo (caos) e planejamento estatal (ordem), falharam. Precisamos de uma nova forma de pensar para lidar com a complexidade e com o aumento da pressão sobre os recursos naturais. Isso significa um entrelaçamento das PME (pequenas e médias empresas) com o governo e um novo modelo de governança. As grandes empresas são tão burocráticas quanto o governo com menos responsabilidades e transparência. Terceirizar o trabalho tanto delas quanto do governo é quase sempre uma má idéia. No entanto usando redes menores ou empresas ágeis dentro de um ambiente articulado e integrado representa uma maneira melhor de lidar com as coisas. Esta articulação em rede é também mais eficiente para lidar com as consequências inesperadas que sempre ocorrem quando lidamos com um problemas complexo.
  6. Precisamos pensar sobre uma cultura mais provocativa (nudging culture) e menos matemática ou engenheira, onde estimulamos as pessoas a partir de objetivos mais idealistas. Deveríamos aprender a gerenciar o potencial evolutivo do presente, parando de definir planos quinquenais (Stalin foi a pessoa que popularizou este tipo de planejamento, não foi?), com KPIs (Key Performance Indicators - Indicadores chave de performance) baseados nas pessoas, independentemente das consequências. Também significa que você perderá algumas oportunidades que se apresentarão no futuro próximo (e não no plano), mas que não poderiam ter sido previstas.
  7. Há uma necessidade de um grupo de elite para estudar a experiência de Singapura. A educação deles é meritocrática na entrada, e elitista em termos de financiamento. As novas elites vão ser generalistas capazes de integrar o conhecimento de humanas com ciência e tecnologia. Não serão tecnocratas. O Kuwait tem uma tremenda oportunidade para construir uma tradição árabe de conhecimento ao invés de seguir uma abordagem tecnocrática, que domina o oeste. Tenho muitas ideias sobre como fazer isso no curto e médio prazo e vou postar mais sobre isso no futuro.
  8. As populações são rede de sensores e não recipientes das benesses dos poderosos. O trabalho que estamos fazendo com SenseMaker® permite que um país se envolva em tempo real com os seus cidadãos sem a mediação de sondagens e pesquisas de mercado. Isto permite um melhor engajamento das pessoas, uma melhor e mais dinâmica realocação de recursos e também uma democratização das políticas públicas.
  9. A motivação intrínseca de cada pessoa é o aspecto chave para a inovação. Esta mania que temos de definir KPIs (todas as pesquisas científicas comprovam isto) destroem esta motivação.
  10. A inovação tem de ser repensada para aproveitar as capacidades existentes e ter um novo propósito: precisamos desenvolver mais a partir do que existe e tentar antecipar menos as necessidades das pessoas".  

segunda-feira, fevereiro 29, 2016

“Universidade Capenga”


Canal no youtube comenta com bom humor sobre as 

bibliotecas universitárias.

A biblioteca é o lugar mais interessante da faculdade? 

As bibliotecas universitárias possuem ótimas estruturas? 

Todos os bibliotecários são legais? 

Quais são os erros mais comuns do usuários? 

A biblioteca universitária muda de acordo com os semestres 

da universidade? 

Essas e muitas outras questões são comentadas com ótimo 

bom humor por Sergio Ribs, do canal “Universidade 

Capenga”.

Confira o vídeo abaixo:




Internet como espaço público


cultura informacional
diga-me com quem andas...

 "Internet como espaço público", que contou com a participação do Sérgio Amadeu (Sociólogo), Peter Sunde (Pirate Bey), Niv Sardi (PopCorn Time), Javier de La Cueva (Advogado) e Joana Varon (Code Right).


Confira na íntegra: 



novo modelo de negócios




Pirataria não é páreo para a qualidade do Steam, diz 

fundador Plataforma oferece games 24 horas por dia, sem 

DRMs e travas regionais.


Para Gabe Newell, fundador da Valve e do Steam, a 


pirataria não é mais capaz de competir com o sistema de 

distribuição digital de jogos. Para ele, a qualidade inerente à 

plataforma, que disponibiliza jogos 24 horas por dia, sete 

dias por  semana, sem DRMs incômodos ou problemas 

regionais  deixa o serviço um passo à frente da galera do 

tapa-olho.

De acordo com Newell, em entrevista ao site The 

Cambridge Student, a ideia da empresa sempre foi investir 

em qualidade, de forma a fazer com que o consumidor 

tivesse certeza de que, ao pagar por um game, estaria 

adquirindo um serviço superior junto com ele. Nesse ensejo, 

a pirataria nunca foi uma questão para a Valve.




Letramento digital e informacional

O poliglotismo da atualidade está nas linguagens de programação





Ademais, vale a pena recordar a eloquente sentença preditiva de Douglas Rushkoff- "Programe ou será programado!" 
Este é um dilema não de tempos vindouros, senão já de nosso presente. 


Até há poucos anos era normal consignar que aprender um idioma diferente seria de grande utilidade a quem empreendesse tais estudos, visando oportunidades que talvez de outra maneira não aconteceriam. E conquanto agora esta recomendação não tenha perdido de todo o seu valor positivo, sim mudou o objetivo a que se dirige, pois o sentido tradicional de "aprender um idioma" passou dos tradicionais padrões culturais vigentes (inglês, espanhol, alemão, etc.) a outros que pouco a pouco abandonam as margens de interesses para ocupar uma posição mais central: as linguagens de programação informática.

Python, Rails, ASP, PHP, Java ou o elementar HTML, são só algumas das linguagens em que os poliglotas de nossa época estão fazendo incursões, talvez com a mesma intenção de outro tempo (ou ainda neste mesmo) quando uma pessoa qualquer estudava inglês ou mandarim: dar um passo em direção ao futuro e estar ali antes dos outros.

Por todo mundo multiplicam-se as pessoas e grupos, que organizados pelo autodidatismo ou pelo método tradicional de ensino aluno-professor, tentam aprender a maneira como funcionam as entranhas do que pode ser no futuro o único meio de comunicação e interação: a Internet; que neste caso é o único interesse e curiosidade compartilhado por estudantes, executivos e profissionais liberais.

Também há o propósito de não ficarem atrasados, pois como a história mostra frequentemente aqueles que perdem a oportunidade ficam em franca desvantagem e condenados a uma espécie de idade negra privada dos segredos que fazem funcionar o mundo que habitam: Sapiens dominabitur astris.

Sites como Code RacerWomen Who CodeRails for ZombiesTreehouse ou Codecademy atingiram um notável auge com a promessa de ensinar os fundamentos da programação a completos analfabetas digitais, Não para torná-los craques da programação, senão para dar uma ideia um pouco mais acabada dos segredos da Internet, das páginas que visitam diariamente e que possivelmente a ignorância destes rudimentos fazem parecer acontecimentos quase adjacentes à fantasia.

- "A gente pensa que vão nos ensinar como escrever a grande novela estadunidense, mas começamos aprendendo o que é um substantivo", diz Andrew Hyde, de 27 anos, que está escrevendo um livro de viagens e decidiu dar-se um tempo para também fazer um destes cursos on-line.



tradução LuisaoCS 
Via | NYTimes.

A magia dos números de fibonacci







O que é um algoritmo?

Embora a Chefe do motor de busca do Google tenha sido aposentando, a crianção de algorítimos ainda é a base da industrial digital da informação. HB

                         Algoritmo de tratamento de diabetes.

O propósito deste algoritmo Terapéutico de RedGDPS é auxiliar os médicos na tomada de decisão para a gestão individualizada de diabetes tipo 2O tratamento personalizado é atualmente o paradigma na abordagem terapêutica da diabetes tipo 2. Em tomada de decisão, os clínicos, tem que atender as características específicas da doença, comorbidade, as preferências do paciente e os recursos disponíveis. o objetivo deste algoritmo Terapêutico de RedGDPS é auxiliar os médicos na tomada decisões individualizadas para a gestão da diabetes tipo 2 Contemple situações clínicas em pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2 (excluindo gestantes), que foram considerados mais relevantes e freqüentes na nossa prática Estas recomendações não se destinam a servir como um padrão e não substituem o julgamento clínico ou excluir outras opções de tratamento que podem ser igualmente válidas e complementares. fatores administrativas ou econômicas podem também limitar as decisões de condição


                    15 Sorting Algorithms in 6 Minutes





Aprenda a Programar o Michel Bloomberg também esta aprendendo

Uma forma de agregar valor, a sua formação e aprender ferramentas informacionais.
A programação abre portas para todas as profissões.




Aprenda a programar

Aprenda os conceitos básicos de programação em C# ou VB assistindo aos cursos gratuitos na Microsoft Virtual Academy e utilizando as melhores ferramentas gratuitas

Download gratuito: Visual Studio Community 2015

Cursos gratuitos: começar a programar em C#

Quer aprender a programar em C#? Estes cursos em vídeo, no formato passo-a-passo, vão mostrar-lhe tudo o que precisa saber para começar.

Cursos gratuitos: comece a programar em VB

Prefere aprender a programar em Visual Basic? Estes cursos gratuitos, no formato passo-a-passo, têm tudo o que necessita para começar nesta área

domingo, fevereiro 28, 2016

Historia do linux

                                                 Historia do linux







Letamewnto informacional também envolve poder usar ferramentas que podem ser customizadas e aplicadas a seu dia a dia, o uso código aberto tem relação direta coma evolução do conhecimento humano.
Essa evolução tem como base a liberdade de desenvolvimento e construção de seu saber.



                  Onde aprender sobre o Linux  como usar:


https://www.udemy.com/aprendalinux/
Linux Academy
Como Usar
Open Cloud Academy
LinuxFoundation. org
Training Linux Foundation
Online Anderson Medeiros
Para começar a usar
Comandos Básicos
Linux Decomplicado

aprendendo linux passo a passo
Do Zero
Do zero
Foca
Apostilando 

linux aprender a programar

https://www.vivaolinux.com.br/artigo/10-dicas-para-aprender-a-programar-por-conta-propria
http://www.diolinux.com.br/2012/09/os-melhores-programas-para-programar-no-linux.html
http://www.linuxdescomplicado.com.br/2014/01/as-10-melhores-ides-de-programcao-para.html
http://www.hardware.com.br/livros/entendendo-linux/linguagens-programacao.html

Motivos para não usar Linux